Medalinha News

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Além da Medalinha

Como abaixo do pescoço tudo é canela. Futebol é pra macho de ambos os sexos, é além da frescura,é uma síntese da garra necessária para a substituição da vida pelo grito de Gol. Além da Medalinha se pretende humildemente rodrigueano. E na tese da humildade ser um elemento de fraqueza e na megalomania de satisfazer seus parcos leitores, avisa: Futebol é pra macho. Enquanto isso dá o carrinho anti-gol. Segure os dentes.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Obina, o novo Dario?


A contratação de Obina pelo Galo é até boa pelo aspecto técnico e místico.O Cabra sabe jogar em time de massa,é macho e possui inegável estrela. É goleador e faz gol em momentos decisivos, além de ter um bom cruzado de esquerda, como mostrou no Palmeiras.Não é oportuno indicar o Boteco das Bahianas na Savassi, nem tanto pela night, mas pelo Acarajé.

A questão aí é como ele chegou na Galolândia, sem gasto algum do Galo e bancado por "investidores",entre eles bancos.Pra agravar o Chavez do Diamond Mall, Mr.Kalil, Me inventa de dizer que não pode dizer seus nomes. Porquoi,nego preto? Investimento com grana sigilosa? Tá publicada nos trâmites legais que este escriba ignora solenemente? Porque dinheiro que pinga escondido me faz tremer, vide a dívida Galística com o BMG do Mensalães.A Fama do Van der Lay Lux and Burro também não traz bons auspícios à toda esta história.

Obina tá longe de ser investimento lucrativo. Passeia por estas bandas como um jogador médio com estrela faz anos,é velho pro mercado investidor, 27 anos, não tem muita chance de ir pro exterior, a não ser pro Uzbequistão ou numa loucura de algum país aí. Já foi mais observado que bunda de BBB e ficou por aqui. Quem se interessaria em um investimento de tal risco? Tão sentindo o cheiro do OMO?

O Galo precisava de Obina,mas não pagou por ele e é veículo do que exatamente? Se ele for um novo Dario, será um Dario caro demais não pelo valor monetário,mas pelo que pode estar se escondendo por baixo do tabuleiro do Bahiano?

As manobras do Galo no início do ano assustam, nem tanto pela qualidade técnica,mas pelo que não aparece. Do Wagner Tardelli a Obina, tudo é nebuloso, como aliás é praxe nas passagens últimas do Ex-Vanderley por algum clube.

O Time,o técnico, o jogador e a lama

O Fluminense estreou bem no Carioqueño e venceu seus dois jogos, renovando a conquista da torcida del mui fiel Balneário de San Sebastian e dando orgulho. A trupe guerreira é show, corre, joga, é veloz e dá show.E olha que sem Digão e Dalton.

Cuca fez certísismo colocando Diguinho e Everton de meias-volantes, enxergou bem , e aproveita o entrosamento do Eusébio, bom reserva, com o J.César, enquanto aguarda Digão e Dalton ficarem 100%. Os moleques são donos da posição,são fortes, sérios e tem empatia com a torcida. Eusébio é bom,mas não melhor que os moleques, Cássio um pouco abaixo de Euzébio,tem de se conformar com o banco. Futuramente Eusébio pode disputar posição,mas é banco. O Diogo foi pro banco e a medida se mostrou certísisma, não desmerecendo o imenso valor do cabeça de área, porque oEverton foi um achadodo Cuca. O time tem variação tática e ótimos jogadores nas várias posições, dois Laterais pra cada lado, zagueiros a gosto,meias e volantes idem e ataque jovem e com ótimas opções. As variações do esquema de 3-5-2 pra4-4-2 é possível e dá margem pra muita fé.

Habemus time e técnico.

E o destaque? Evertón, disparado,ocupa o meio campo com desenvoltura,marcando e armando,chuta de fora, é um desafogo criativo pro Concae permite que nosso Argentininho deslanche sua habilidade, e podendo criar livremente como Everton dividindo a marcação adversária, além de ser um pusta marcador lá atrás,inclusive permitindo ao Diguinho sair tb. É um jogador moderno e faz do Flu o melhor time do Rio hoje.O mais equilibrado.

A lama? A velha colaboração da diretoria Horcades,coadjuvada com o apoio enrustido do Flusocio à administração via Peter Siemsem, com a Flapress pra tentar desestabilizar o Fluminense. Na ausência de problemas criemo-os, é o lema Horcadiano.A fogueira das vaidades e frescuras do Flu demitiu um gerente competente,o vice-presidente Tenório, porque o cara é grosso? Ou o mundo do Futebol é permeado de frescuras ou nego é ingênuo. Aposto na segunda afirmação.

Porque é nítido que Peter Siemsem usou a crise Horcadiana do Impeachment, vendeu seu apoio para enfrentar um grupo político fraco, apostou na gerência de Tenório, venceu com o feito anti rebaixamento, e achou que com isso enfraqueceria Horcades e Alcides. Aceitou manter Alcides enquanto com seu apoio enrustido à administração Horcades, buscava ser o "candidato de consenso" na polarização tosca das internas do Flu.Só que deu tempo pra quem ele considerava morto reagir.E tá aí,o poder do Futebol saiu das mãos do Peter Perfeito, que quer Tenório quando, e se, vencer,mas até lá vai , ele e seus apoiadores do Flusócio, aturar a dinastia Antunes, que queria derrubar, e com o Bittencourt sendo sócios do caos. Porque foram "responsáveis" e seria "irresponsável" serem culpados do possível fracasso do Flu com a ausência do Bittencourt.

E ainda podem ver o grupo Horcadiano vencer as eleições, porque o Alcides jamais foi burro e vai manter o que o Tenório e o Bittencourt fizeram, e manterá o gestor.E vencerá campeonatos, e com isso pode eleger o sucesso de Horcades. A não ser que o cálculo do Peter tenha sido ser este sucessor,o que não descarto.

O Fluminense parece uma ótica administrada por cegos. Enquanto isso, salvo a competência de jogadores e técnico,vai cambaleando, aquém de seu gigantismo,com um patrocínio fraco, um feudo onde os Reis matam seus exércitos pra comer um pão bolorento.

Que o Gravatinha salve o Flu!

sábado, 16 de janeiro de 2010

O Gran circo à beira Mar voltou ou E Pet disse:Love! Love! Love!


O Cariocão retorna das férias, eu idem,ao menos das férias do Blog, e asnovidades são muitas,e a meu ver quase todas boas.Ao menos dentro do campo todos os cariocas sorriem e felizes: o Vasco com Dodô, Cazobé e Mancini, dando esperança de talento e qualidade tática ao recém renascido;o Botafogo com Herrera e El Loco Abreu tem ídolos e ataque, um resto do time maomenos,mas bom técnico;o Fla manteve o Elenco,perdeu jogadores,mas veio Love, e com o Pet "Foda-se o Penalti" Kovic da silva, tem um pusta time e querem a libertas pro imperador; O Flu manteve o time de guerreiros e trouxe bons jogadores para emoldurar o time mais veloz e macho do multiverso; O América levou o Fabinho, mas pra quem é tá bom.

O Cariocão vai ser o melhor campeonato do brasil mais uma vez, fora o Brasileirão e a copa do Brasil e todos têm chances,menos o América, de levarem a taça, mas acho que os favoritos são Fla e Flu, e por terem mantido e reforçado realmente seus elencos na maioria das posições,o Fla perdeu jogadores importantes, mas pode levar da base o que precisa sem grandes gastos. E mantendo seus técnicos, fora a indispensável lua de mel com a torcida, faz dos gestores do multiverso os candidatos à finalíssima inibidora de2010.

Amanhã a guerra irá a campos e terá sue primeiro teste sem preparo e em início de temporada e em breve, 31, teremos o incomensurável Fla x Flu.

De longe, por motivos profissas, acompanharei e relatarie o sentimento carioca de futibar e lhes digo: o Flu é campeão este ano! Li nos astros.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Felix tudo!


Dizer que sou tricolor de coração e comandante em chefe do Brog, com poderes ilimitados e fodões é cagar cheiroso e contar treta masculinizada com tinta óleo e graxa comestível, ou seja, óbvio mais que ululante, além de bravata testicular zagueirante.

Os demais soldados do Brog auscutam seu saco com las manos enquanto o chefe trabalha, pois, como bom tricolor, ainda não utilizei os elementos da pirocolina e da fuderosidade em nome do atendimento de prazos e frescuras a mil, mas em breve a chibata vai cantar ao ritmo da marselhesa e a blogaiada vai ter mais gente vestindo outras camisas, todas feias, naturalmente.

A tradição das trÊs cores voltará ao Brog após o período de embebecimento dos musculos ombrais e do carrinhismo como método de relaxamento da zagacidade zagueirante, ou seja, após as embebecidas festas de fim de ano.

Aproveitando o nobre ensejo o Brog, como um Lugano ensandecido grita: Feliz Natal e Próespeor Ano Novo, porra!

Saudações tricolores!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pra Montanha não parir um Rato

A futebolidade Carioca termina o Ano entre farpas e presentes, chamando Urubu de meu Louro e pintando-o de Verde pra chamar de esperança. Nada a diminuir do Hexa Rubro-Negro, com ou sem asterisco diante da temível onda de "moralidade" e "memória" seletivas que preferem cagar na própria história e bagagerar os bagos do Nabi Abi Chedid, detonando o processo clássico que nos deu como lembrança a possibilidade de uma liga e de nos livramos dos cartolas Teixeirísticos com a Copa União em nome de uma "hegemonia" com mil aspas inscrita na careca pançuda de dirigentes babadores de ovos, caroneiros dos Andrades e Hernanes da Vida.

Devemos no entanto atentar que ao Hexa Rubro-Negro se junta à Recuperação Histórica Tricolor, a Subida do Vasco e do América, além da manutenção aos peidos do Choro Alvinegro do Estádio Vazio. E tudo isso junto só tem em comum um pequeno sinal da incompetência de dirigentes com um pusta patrimônio histórico e comercial nas mãos e uma imensa capacidade de fazer isso virar merda, como Midas ao contrário.

À mesma chance histórica de realmente termos um plus comercial e administrativo no Futebol do Rio temos de ter o desconfiômetro ligadaço de uma repetição de cagadas arrogantes que cheiram a Horcades e Márcio Braga, ícones do trampo nas coxas do Futiba Praiano, no périplo de muita tradição adornando gambiarras do que planejamentos e linhas claras de trabalho que construam times mais fortes e que entrem para dominar de forma triunfante e matadora nos campos do Brasil Varonil.

Não dá mais pro Flu arrebentador da América, pro Fla fedorento no Puleiro Brasiliano, pro Gigante Vasco invejoso e pro templo das lágrimas saudosistas passearem de penetras no cenário do Futebol Nacional se beneficiando de muita raça,muita torcida,muita gana ao invés de um planejamento que os devolva ao primeiro plano do cenário sem precisar pagar um extra ao lanterninha. O Fla pode sim voltar a ser "O" Fla, ao invés de ter os brilhos regionais e uma ou outra conquista com brilharecos ocasionais, e fazer do Hexa um treco comum, o Flu pode sim fazer o mesmo, arrumou o time e tem capacidade de investimento e pode sim resolver os passivos retornando ao papel de organização esportiva fodona, os demais tentam fazer o caminho certo há mais tempo, mas têm de manter, sem frescuras, sem devaneios e com raça.

A questão é a mesma pro Galo, por exemplo, que deveria aproveitar a retomada deste ano ao invés de apostar na aventura Lux and Burro.

A idéia do Brasileiro como louvor que os Mulambos estão tomando, como torcida, não pode ser acompanhada por mais de 3 dias pelos dirigentes, ao mesmo tempo ninguém no futebol do Flu pode esquecer da cagada Horcades ou o Vasco pirar por seu tamanho e esquecer o que está fazendo e o Botafogo tem de acordar e se fazer com torcida, isso tudo tem de ser feito sob pena de sermos eternamente mambembes circos de sujos em um carnaval imaginário e onírico, delirante em sua decadência.

O Futebol Carioca se impõe da arquibancada pro gabinete e não o contrário. É hora dos projetos de cidadania nascidos em suas arquibancadas serem mais do que eventos festivos de amor incondicional, mas serem ameaças ao estamento ruinoso dos mauricinhos da Zona Sul que acham que arquibancada é financiador de piscina.

Quando a torcida gritar eterno amor, é hora é dos gabinetes verem cifrões sim, mas também temerem a tomada da bastilha de seus perdigotos cerimoniais por quem quer timaços que tomem o mundo vestidos dos mantos sagrados que nos tornaram homens.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Das Natal


No meio do medo tinha um verso e um sentido.

E entre palavras minhas e parcas, mesmo com os demônios da burrice a tomar as tirilhas com suas sanguinolências e sentidos cinza, fui pros lugares onde as Minas me tornaram mais do litoral e com olhos mais montanhosos.

Aprendi de novo o velho pai dizendo Gonzaguices e o tamanho que as trilhas tomam de mim e entre meus sonhos criam do lodo dos escritórios viciados, onde minh'alma virava a si mesma um trapo de medo e desgraça, caminhos novos e aprendizados.

Porque não via como os simples e me perdia no complexo do gigantismo de todas as explicações? Porque antes filho, hoje novo velho de aspirações e conquistas reais, me vejo mais Velho Gilson e menos moleque de fala falha e medos disfarçados de arroubos.

Que se fodam os tolos, que se fodam os que se perdem me explicando o amarelo de um sol que poucos como eu sabem ver! Que minha vida seja andar por esse país e como Luiz eu saiba venerar respeito em Gilson. Hoje eu respeito Januário.

Nas palavras de um Noé dos que plantam e fazem máquinas, além do operário em construção, relembrei o pequeno moleque da saúde que a vida ensina.E aprendi nos seios da mulher que eu amo o desejo de terra e cama, e café do bom,e soube ser mundo, sabendo ser Guadalupe.

E Viva Lorena e Pouso Alegre! E viva Belo Horizonte e Conselheiro Pena! E Porto Alegre que jamais vi direito, A Porto Alegre do Quintana de meu Deus, o Recife do João Cabral, a Salvador do Boca do Inferno, a São Paulo dos Domingues, Kuredas e Sanchez!

Eu que fui tantos e fui tonto, nasci do cadáver um velho novo olhares fui menino e sou Gabriel. Na pimenta e na rudeza de minha letra e lingua chamo guerras e ofensas, chamo amores e milagres,e vivo, e sou e desejo, que todos, desçam-se estrelas e no Cristo que quiserem, sejam natos e Deuses, e homens e comunas.

Sempre,sempre, livres! Pois na História de meus olhos, o que há de homem,há de esperança e, mais do que nunca, a enormidade de sermos todos a marca das lições diárias de outras tantas pessoas.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Torcer


Torcer não é distorcer.

Torcer é amar!

Torcer é entender o gigantismo da herança cultural, da força, da forma de caráter que nos
molda tricolores rubros-negros, alvinegros.

Torcer é compreender com o peito, com a alma, a lindeza de ver no outro um idêntico, mas de cor difererente.

Torcer é entregar-se, é doar-se, é lutar sem potência, sem possibidade de alteração, é saber pelo sonho o mudar do jogo, pelo berro que o grito faz-se perna,faz-se gás.

Torcer é ir além. é Deixar-se, é jamais surtir o efeito explosivo do soco.O Soco é dor, futebol é gol,e explosão, é grito, é ser.O soco é perder-se, é luta inglória da mão contra a camisa, do chute contra a bandeira, do ódio contra o livre e leve chute a um gol onde o goleiro se esforça para ser anti-sonho, anti-soco, anti-medo.

Torcer é ver-se ante o gol com o chute perfeito, onde o coração resvala de trivela para um grito , um urro que nos torna homens.

Torcer é ver-se, Homem, diante da incrível responsabilidade de honrar mais que uma sigla ou uma idéia, mas uma vida inteira que, além de ti, faz-se gigante.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Do povo e sem intelectuais?


A idéia de o Futebol como um elemento de magia e principal elemento cultural de um povo é mais que clara pra mim.E parece que pode ter base científica isso, mas não é o caso do post ou do blabláblá que agora me cai.

A percepção do futebol como característica marcante me veio clara em oposição á percepção por não amantes do futebol como algo menor e como elemento meio que infantil de homens barbudos manterem-se numa puberdade eterna.

Sei lá, pode ter razão, mas o que me espanta mais e mais é como que nego que repete jargões futebolísticos como "Embolar o meio de campo" ou "dar tratos À bola" consegue achar que tem algo de infantilóide na relação que os apaixonados por futebol tem com o mesmo (ia escrever homens e me dei conta do sexismo disso!) quando em nosso país até quem jamais viu de perto uma bola fala que não quer ficar no zero a zero.

Nessa percepção do futebol como algo meio que inerente ao Brasileiro, fiquei pensando junto com um amigo que em breve escreverá aqui, na questão de músicas de Futebol e daí sai uma idéia que espero em breve resolver que é qualificar esta relação. A idéia é escrevermos sobre isso de forma mais forte, mas é inevitável que o caráter de arte, de festa e de religião são meio que claros no Futebol e isso é claramente colocado em algumas músicas sobre o mesmo. Não vou citar as músicas porque senão a idéia do texto em conjunto morre, mas é interessante notar que o Futebol vai além de entretenimento apenas, vai além de identidade, da idéia de tribo, clã ou algo que o valha. É um traço cultural,é passado de pai pra filho, torna-se gerador de termos, torna-se mantenedor de laços,etc..

Pensar o futebol é um meio bacanérrimo de pensar o Brasil, e que já vem sendo feito em Livros e linhas de pesquisa como de Ricardo Benzaquem e Bernardo Buarque de Holanda, entre outros. A percepção do Futebol como algo menos fútil e desimportante do que parece é algo que vem ganhando força e linhas e letras. E é interessante perceber que ainda assim e mesmo por intelectuais é achado como algo vulgar e popularesco, além de ter um elemento de vinculação direta entre o popular e o vulgar, quando o popular é apenas o alicerce de uma identidade compartilhada e essa identidade por vezes, na maioria das vezes, calça chuteiras.

Da queda do muro da impossibiidade ao fim do Love


A proposta de falar de Futebol obedecia para mm a necessidade intrinseca do bom humor e da bonomia e do conceito de Zagueirismo como espetáculo cabal da macheza do balípodo.

E na ânsia de torcer/blogar, a situação incomoda do Fluminense causava um cômodo álibi para pensarem outras futebolices que não tocassem no Tricolor e em suas necessidadces, dado que Nelson ainda não tinha incorporado nas Laranjeiras e que qualquer coisa que me lembrasse Futebol como algo alegre e feito de uma emoção quase tribal era não só aceito, como procurado.

Porém(Ai! Porém!), a ressurreição tricolor aliada a uma transformação Uruguaya, à incorporação de mitos tricolores a um time desacreditado, ao casamento da torcida com o Flu e à convocação para a Guerra anti-impossível fez deste blog um ninho de teias de aranha ou de blabláblá autocentrado tricolento.

Dane-se. Eu voltei, agora, pra gritar!

E em breve se os preguiçosos colaboradores coçarem o saco com menos violencia e digitarem mal traçadas linhas, outros ajudarão a fazer deste espaço um ninho de boa zoação aliada a uma análise cruel, porém macha do Violento e querido esporte Bretão.

Neste Brasileirão (ó o fim do nariz de cera aí gente!), a bravata da Marca esportiva (Impossible is nothing!) fez-se presente mais ainda ,com o esculhambês da lógica cartesiana da teoria da estrutura e gerenciamento de qualidade se tornar título se tornando novo esporte nacional (em breve secundado pelo Quitobol, com este primariamente jogado por rubros negros saudosos de "membros" equatorianos). A ascenção da Urubuzada foi tão brilhante quanto a sagaz ressucitada do Gravatinha com pernas Fredianas e Talento Conqueño ao lado da Gumfolia raçuda.

É, a regularidade Muriçoca foi substituida pelo sapatinho Andradiano e seu criolismo sagaz.Além disso o Cuca virou homenzinho e transformou o mulambento e combalido fluminense no Flusão devorador de líderes. Se a gente jogasse Quitobol direitinho teríamos até o título da Sula pra tirar onda no fim do ano.

Não deu, mas conquistamos mais e mais uma dignidade que só os heróis tem. Caso uma tragédia de proporções bíblicas nos rebaixe, só rebaixará de divisão, no quesito divindade subimos pra divisão celestial dos fodões eternos. Quem discordar que escreva pra redação aos cuidados de Zeus. Se bem que ouvi dizer com meus informantes divinatórios que ensacaremos o Coxa branca e salvaremos o maior canil do mundo da total desqualificação divisionária do Brasileño.

É aquilo: Só a cosmicidade explica o impossível sendo devorado pela divindade chamada Tricolor nos braços da melhor e mais bonita torcida do Mundo, aquela que não atrapalha.

Assim, o lado mais desorganizado do Futiba Praiano Carioqueño tira uma onda que pode gerar uma tsunami de Flamengueiros que não sabem escalar o time gritando "mengão é equiça!" na rua e o perpétuo nariz em pé tricolor, o elitismo inter-classes, atormentando a passionalidade dos quase Flu do início do Sèculo XX ao ver o o modus Blasé diante das conquistas dos rivais acompanhado da Frase: "é bom pro Futebol carioca!".

Podem até conquistar a lua a pé, jamais serão tricolores, este estado de ser que cria mais assunto que a arrancada rubro negra apenas por desafiar o impossível e ter entre seus membros grandes e bem formados escrivinhadores (Multidão é nada! Contato e poder é tudo! Sorry, perifa!) do plano midático nacional,internacional, intergalático e interdimensional.

Voltando à imensa vaca-fria: O Rio sai bem na fita e com uma pulga atrás da orelha: E se nos organizarmos? Aí, baba baby! E falta construirmos Flu e Fla melhores pro universo ajoelhar chorando.

No subalterno plano nacional (diante da incomensurablidade cósmica de um assunto que junta a luz Tricolor e as trevas Rubro-negras) o infeliz momento Galouquento me faz um tanto triste não só pelos amigos galináceos ou pelo meu asco à pequena nobreza smurf, mas pela percepção que um Futebol mais sacaneado que o Botafogo merecia um fim melhor e mais contentinho. Da mesma forma como fico pasmo que a Gauchada aprende a administrar, mas dá pra trás (ô vício!), quando o treco aperta. Ou seja,sem a cariocada, a porra do Brasileiro e do Futebol será tietano e terá um cheiro horrível.

O Zagueirismo foi mal observado porque a paixão só via a porrada que o Gum aprendeu a dar, o Digão monstro, o Diogo dez pulmões,etc. Notei apenas o Ricky ídolo do Blog sumir de novo. Pena, o mais raçudo jogador pansexual do universo tinha de ter mais espaço. Manda ele pro Flu que eu deixo (ui!). Além disso o Lugano não veio (Vagaba!) e quase ficou de fora do Mundial (Praga de zagueirista quase pega!). Em breve o Digão monstro arregaçará canelas cariocas no pequeno campeonato regional onde o Botafogo é vice todo ano, tornando o zagueirismo um esporte mais falado que o Quitobol.

As organizadas do Rio parecem que resolveram crescer e fazer show, as de sampa metem porrada em jogador de time amalucado, o que mostra a inteligência dos machos com muita testosterona,pouca mulher e pouca algema. E Belluzzo disse mais que Love,Love, Love! E Love nada fez.


De resto o mundo Rodrigueou e eu estou de volta. Em breve com mais regularidade, após a convocação as coisas ficaram mais fáceis. E é interessante como de alguma forma, ídolos tricolores e rubros-negros foram,mesmo que indiretamente, participantes da retomada.

Orgulho de ser tricolor!


Guerreiroooo! Guerreiroooo! Guerreiroooo! Time de guerreirooo!

Foda-se quem goza com o pau dos outros, fodam-se os idiotas da objetividade, fodam-se os sem torcida ou com gente demais que veste camisa, mas tem medo de futebol,amor e paixão e acha que só é digno quem vence campeonato, mesmo com jogo entregue.

Ao contrário dos demais minha torcida não atrapalha. Eles têm e altitude, meu time tem a nós!!

E vamos vencer o Coxa e ajudar o Chororento!

Temos um time e um time com uma torcida,finalmente!!

Diguinho jogou pra caralho,Diogo idem,Dalton e Gum, Conca, Fred, Mariano e Marquinho. Adeilson e Alan sentiram o jogo , mas todos os são foda. E o Cuca ganhou seu espaço, espero que fique.

Não cairemos!

Me orgulho deste time, da caminhada e sim, do Vice-Campeonato. Claro que aqueles que querem ser tricolores há 107 anos e se escondem na marra e buscam titulos pra tentar se igualar àquele clube que os move na busca insensata por uma hegemonia em que se preciso eles vestem camisas e gritam por outro clube, e secam, e secam... Tripudiarão, gritarão, chorarão.

O Flu não tem mundial,nem libertadores, nem outro titulo moderno internacional (Quem quiser pesquisar verá muitos ,mas pra maioria o mundo nasce em 81), não diz que esse ou aquele é mais rival, mas ainda assim faz com que Impérios queiram ser iguais a ele.

E ontem mostrou porque jamais serão Fluminense os mau vestidos moradores de outras plagas..

É por isso que eu canto,que eu visto esse manto: Orgulho de ser tricolor!